Crepúsculo, a brisa na pele quente, de Verão estonteante. E nós os dois, sentados à janela da varanda, emaranhados de abraços e jardins. Fazemos parte da paisagem leve e seca. O perfume da noite leva-nos num ímpeto de fugaz razão. Somos a vida num pano de fundo de estrelas e de céu. Somos o beijo e o cheiro a mar. Somos o mundo e a vontade apaixonada no olhar.
E assim ficamos, a ver a vida a passar, sem tempo e sem jeito.
Lá em baixo, testemunha a cidade sob os nossos pés.
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