quarta-feira, novembro 12, 2014
Percepções
Lembro-me de mim. Da multidão,
Daquela pressa e de mais uma manhã.
Do burburinho, dos semblantes...
E de ti.
Olhei-te e deixei a minha alma
A subjugar na tua, senti-me pairar no ar.
A mente acordada mas quase adormecida,
Paralisada em nós.
Lembro-me da tua neve pura de pele,
E do azul mar elevado de amar.
E dos pós segundos em que depois te perdi.
Sei agora que a todos os minutos te perdia,
Porque nunca antes tinhas olhado para mim!
Nesse dia, viste-me, percebeste-me,
E eu fui tua nos teus olhos.
E agora?
Agora…
Seremos sempre os dois todos os dias.
6º Campeonato Nacional Poesia
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