"Eu" brinco numa ternura infantil, no "Outro" inexistente, este mais altivo, responsável, perfeito aos olhos dos outros. E aos teus?! Primeiramente perfeito, tardiamente atento, apaixonado. E então disseste-me não merecer a tua vida junto da minha por isso, sim, talvez te tenha perdido, deixado ir sem remorsos, inertemente alegre. Definitivamente o "Outro" "Eu" não te ganhou, Amor.
sexta-feira, janeiro 17, 2014
Por vezes queremos ser maiores que nós mesmos, ou apenas parecermos...talvez seja a alma a pedir, a exigir-nos mais. E nós tentamos, e lutamos...desmesuradamente , rasgamo-nos de tudo, da nossa pele, dos olhos, braços, da essência do próprio espirito...até ao dia em que realmente o somos,aquele dia em que deixamos no íntimo o "Eu" para sermos o "Outro", visível, belo, fascinante. Mas eis que no mesmo instante em que me vêem em tais branduras, vacilo, talvez de temor, mas falho, falho-te, recuo ao frágil que pode o Ser Humano ser e sou-o sem escrúpulos e desço ao mais cruel que posso ter e, impune, magoo-te e perco-te ou perdes-me tu, ainda não sei.
"Eu" brinco numa ternura infantil, no "Outro" inexistente, este mais altivo, responsável, perfeito aos olhos dos outros. E aos teus?! Primeiramente perfeito, tardiamente atento, apaixonado. E então disseste-me não merecer a tua vida junto da minha por isso, sim, talvez te tenha perdido, deixado ir sem remorsos, inertemente alegre. Definitivamente o "Outro" "Eu" não te ganhou, Amor.
"Eu" brinco numa ternura infantil, no "Outro" inexistente, este mais altivo, responsável, perfeito aos olhos dos outros. E aos teus?! Primeiramente perfeito, tardiamente atento, apaixonado. E então disseste-me não merecer a tua vida junto da minha por isso, sim, talvez te tenha perdido, deixado ir sem remorsos, inertemente alegre. Definitivamente o "Outro" "Eu" não te ganhou, Amor.
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