Quão longe amor me trazes tu no peito, e em quantas miseráveis lonjuras e ignorancias, se ao menos tu - que eu sei - atentamente me olharias, e se ao darmos as mãos estas se enchessem de magias, então estou certa amor que tambem tu me amarias.
Já nada nem ninguém me fará viva.
Se tu não me estiveres de vento em estiva.
Já nada, nem ninguem me dará sorte.
Se tu não me fores mais, mais vale a morte.
Quão perto pareces estar mas só cá dentro, é tua a imagem que meu peito guarda.
Não posso desligar de mim tamanho intento, nem posso esquecer que a vida tarda.
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