Subia a calçada...seguro - ladeando as casas na rua, seguia devagar, - a pressa interior não passava aos passos que incutia,de mãos nos bolsos,olhar no chão. Pensava naquele dia, quando a deixara para trás-tão frágil,tão pequenina ainda. Como estaria ela agora? Reconhecê-lo-ia? Seria ele capaz de a fazer lembrar de quando a levava a ver o rio? E as gaivotas? Era agora,a hora.

Sem comentários:
Enviar um comentário